Rua do Medo


 Classificação etária: 18+

Diretores: Leigh Janiak e Matt Palmer

Data de lançamento: 2021 e 2025

Rua do Medo: 1994 - Parte 1 


 Rua do medo parte 1, ah esse é bom, bora, o filme fala que Em 1994, Heather, uma estudante e funcionária de uma livraria no shopping Shadyside Mall, na fictícia cidade interiorana de Shadyside, é esfaqueada por seu amigo Ryan Torres. Ele mata ela e mais sete funcionários do shopping antes de ser baleado e morto pelo xerife Nick Goode. Na manhã seguinte, a mídia trata o massacre como algo comum em Shadyside, cidade apelidada de "capital do assassinato" dos Estados Unidos. Enquanto isso, a cidade vizinha, Sunnyvale, é o completo oposto, considerada uma das mais ricas e seguras do país, com seus moradores mantendo uma forte rivalidade com os de Shadyside. Muitos dos adolescentes de Shadyside acreditam que o massacre é resultado da maldição de Sarah Fier, que segundo a lenda, foi executada após ser acusada de bruxaria em 1666, e como vingança, amaldiçoou a cidade, fazendo com que uma pessoa ficasse louca e cometesse vários assassinatos brutais. Deena Johnson, uma adolescente de Shadyside, não acredita na maldição. Ela está lidando de seu recente término com Sam Fraser, sua ex-namorada que se mudou para Sunnyvale e agora está namorando Peter. Enquanto isso, seu irmão Josh passa os dias pesquisando obsessivamente a história sombria da cidade e os massacres que a marcaram. Seus amigos, Kate Schmidt e Simon Kalivoda, vendem drogas na escola com a esperança de, um dia, conseguirem sair de Shadyside. Deena e Sam acabam se reencontrando durante uma vigília em Sunnyvale em homenagem às vítimas do massacre no shopping. O clima entre os adolescentes das duas cidades logo esquenta, e uma briga generalizada estoura. De volta para casa, o carro onde estão Peter, Sam e outro estudante começa a perseguir o ônibus escolar da turma de Shadyside. Irritada com a provocação, Deena tenta jogar um cooler no carro, mas uma súbita hemorragia nasal a faz perder o equilíbrio. O cooler acerta o carro, que sai da estrada e capota dentro da floresta. Sam sobrevive ao acidente e, ao tocar com os dedos ensanguentados algo enterrado no solo, tem uma visão perturbadora da bruxa Sarah Fier. Logo em seguida, ela é resgatada e levada ao hospital.

  Daí em diante vai acontecendo uma série de assassinatos, o enredo do filme lembra muito do eu sei o que vocês fizeram no verão passado, pelo clima Teen com Slasher, um gore bom para quem gosta de terror, e um pouco de romance, a atuação do elenco é incrível que conta com Sadie Sink (Stranger things) Kiana Madeira (After) e Fred Hechinger (Gladiador), é um filme bom, legal de assistir, reassistir, e até matar o tempo.

  Nota 8/10

Parte 2: 1978

 A parte 2 já é diferente, bora lá Esta trama gira em torno das irmãs Cindy e Ziggy Berman. Cindy (Emily Rudd), a mais velha, é monitora no acampamento, enquanto a caçula (Sadie Sink, que atriz incrível) é um peixe fora da água que sofre bullying por parte dos colegas que vem da cidade vizinha mais rica, Sunnyvale.

O relacionamento de amor e ódio entre as duas está no coração do filme, e é em grande parte o responsável por fazê-lo funcionar. O roteiro de 1978, aliás, trabalha muito melhor os relacionamentos entre todos os seus protagonistas, que incluem Alice (Ryan Simpkins), amiga rebelde de Cindy, e o futuro xerife Nick Goode (Ted Sutherland).

É isso que faz com que nós continuamos investidos em suas histórias enquanto o mais novo fantoche de Fier comete atrocidades no acampamento, em uma homenagem explícita ao clássico Sexta-Feira 13 (1980). Assim como Jason Voorhees, o maníaco da vez persegue suas vítimas impiedosamente, e Janiak não tem problemas em usar clichês do gênero, matando adolescentes que usam drogas ou que tenham acabado de transar

  Resumindo porque eu já falei de mais da produção, 1978 acompanha a sobrevivência dos adolescentes das cidades de Shadyside e Sunnyvale que vão ser as próximas vitimas da maldição.

 Para quem não entendeu o lance da maldição dá mais uma lida na critica da parte 1 logo em cima. O filme ele foi bom, a produção, tenho nem mais o que falar que elenco, que Making off maravilhoso esse filme tem.

  Nota 8/10

  

Parte 3: 1666

Bora pra parte 3 fml. Deena tem uma revelação, quando descobre os segredos por trás da morte de Sarah Fier há mais de 300 anos. Enquanto percebe as semelhanças entre a vida da vítima e a sua própria, conta com a ajuda de Ziggy para quebrar a maldição de Shadyside de uma vez por todas.

No longa, Deena (Kiana Madeira) é transportada para as memórias dos últimos dias da misteriosa bruxa Sarah Fier, no século 17. Ela vive no condado de Union, ainda longe das divisões entre Shadyside e Sunnyvale, cercada por colonos interpretados por outros atores que já vimos na saga, como Olivia Welch, Sadie Sink e Fred Hechinger -- uma decisão acertada da diretora e roteirista Leigh Janiak, visto que o elenco é, desde o início, um dos pontos fortes da trilogia, e identificar antepassados de personagens que já vimos ajuda a trazer o espectador para dentro do filme mais rápido. 1666, no entanto, demora a se encontrar. É clara a inspiração em A Bruxa (2015), filme de Robert Eggers estrelado por Anya Taylor-Joy, mas o filme não consegue reproduzir a sua atmosfera de suspense psicológico e horror contido. Tampouco ajuda o estranhamento causado pelos forçados sotaques europeus do elenco. A impressão é a de que estamos vendo jovens do século 21 reproduzindo o que consideram ser a vida de séculos atrás, como numa reencenação de feira medieval. Toques modernos em produções de época podem ser detalhes bem-vindos, como acontece em Dickinson, série do Apple TV+, mas Rua do Medo: 1666 não consegue alcançar esse equilíbrio tênue que vem do não se levar tão a sério assim. A situação melhora quando, em sua metade, o filme começa a resolver seu mistério com uma reviravolta interessante, e retorna a 1994, para o confronto final que põe Deena, seu irmão Josh (Benjamin Flores) e C. Berman (Gillian Jacobs) mais uma vez cara a cara com os maníacos que os perseguem. É a deixa para uma festa de neon e sequências divertidas envolvendo armadilhas e, claro, mais sangue.

 Teve uma boa interpretação, um bom enredo, e uma bom making off, só a edição da trilogia e filmagem que desde o primeiro foi muito mal feito, mas de fora o resto do making off é maravilhoso, porém eu achei que o enredo poderia ser melhor e poderia ter mais coisa para finalizar.

  Nota 7/10

Rainha do baile

  Aí já extrapolou tudo, mais  vamo bora. A história acompanha Lori Granger (India Fowler), uma estudante ambiciosa que, entre pressões familiares e o desejo de ser coroada rainha do baile, vê-se envolvida numa série de assassinatos que ameaçam arruinar mais do que apenas a noite perfeita. Por detrás da fachada de rivalidades adolescentes, encontra-se o mistério de identidade do assassino que, embora tente emular os moldes de "Gritos", revela-se de uma previsibilidade aborrecida e pouco ou nada impactante.

Tecnicamente, há mérito a reconhecer. A realização de Palmer possui momentos eficazes de tensão e o uso de efeitos práticos, adereços "old-school" e uma banda sonora à medida (The Newton Brothers) conferem o charme retro que tantos fãs do género procuram. As cenas de morte – por vezes gratuitas, mas visualmente criativas – são indiscutivelmente o ponto alto de "Rua do Medo: A Rainha do Baile", cumprindo com a promessa de um "slasher" sangrento. A atmosfera remete com sucesso aos clássicos dos anos 80, especialmente nas sequências passadas em corredores escuros, vestiários e festas estudantis.

 Ao contrário dos três primeiros filmes, que dividiram o mesmo elenco, o novo capítulo contará apenas com novos rostos, incluindo India Fowler (The Nevers), Suzanna Son (The Idol), Fina Strazza (Paper Girls), David Iacono (O Verão Que Mudou Minha Vida), Ella Rubin (Uma Ideia de Você), Chris Klein (American Pie), Lili Taylor (Outer Range) e Katherine Waterston (Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore)

 O filme não teve nada a ver com a franquia rua do medo, foi qualquer coisa para receber um dinheiro, e no final não receberam quase nada, alias o filme foi extremamente fraco, a atuação desse novo elenco foi boa, alias também quem eles chamaram sabia trabalhar, o que estragou muito foi o gore de graça, fora de contexto e completamente desnecessário, e o enredo, esse filme foi qualquer filme de Slasher adolescente, mal feito, e com orçamento bem baixo, o ponto positivo do filme foi o elenco e a interpretação que foi boa.

  Nota 2/10

 

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